Peças para o próximo leilão

201 Itens encontrados

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  • REYNALDO FONSECA - Xilogravura. Ed. P.A. c.1950-1960. 20 x 13 cm. Com moldura e passe-partout: 32,5 x 26,5 cm. Ass. inf. direito.
  • ROBERTO MAGALHÃES - "Criações Sobre um Tema do Século XV". Xilogravura empapel japonês. Ed.2/20. 1964. MI: 30 x 30cm. Com moldura e passe-partout: 51,5 x54,5cm. Ass. inf. dir.
  • ROSSINI PEREZ  Gravura em metal com relevo. Ed. 8/30. Dec. 1960. Com moldura e passe-partout: 65 x 55,5 cm. Ass. inf. dir.
  • JUDITH LAUAND - Serigrafia. Ed. 90/100. Tamanho: 50 x 50 cm. Ass. inf. dir. Sem moldura.
  • IBERÊ CAMARGO - "Composição Abstrata". Gravura em metal. Ed.34/110. 1963. MI:20 x 34,5cm. Com moldura e passe-partout: 41,5 x 54,5cm. Ass. inf. dir. Reproduzidano Catálogo Reisonné do artista sob o cód. CR-107/G-103 em paginação dupla - pgs.2238-2239.
  • LÍVIO ABRAMO - Xilogravura, em papel japonês, editada em 1946 pela Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil para o livro "Pelo Sertão", de Afonso Arinos. Ed.41/110. ME: 30,5 x 23cm. Sem moldura. Ass.inf. esq. - - Fundada em 1943 por iniciativa do colecionador Raymundo de Castro Maya, a Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil (SCBB) reuniu cem personalidade da elite intelectual brasileira com o objetivo de editar livros raros, unindo grandes obras da literatura nacional à excelência artística das artes gráficas. Entre 1943 e1969, o grupo lançou 23 títulos ilustrados por artistas plásticos renomados, sempre com técnicas tradicionais de gravura. - - - - A edição de "Pelo Sertão" (1946-1947)foi uma das publicações de maior destaque da SCBB. Foi a terceira obra publicada pelo grupo e recebeu ilustrações do artista Lívio Abramo, com impressão feita pelo próprio artista e apoio de Marcelo Grassmann. A obra completa inclui 27 xilogravuras de topo, impressas em folhas separadas de papel japonês, numeradas e assinadas individualmente pelo artista. - - - - Em entrevista concedida a Beccari, Abramo revelou detalhes do seu processo artístico. Ele retornou ao desenho especialmente para esse projeto e mergulhou num estudo profundo do sertão brasileiro. Leu com atenção a obra de Arinos, pesquisou imagens da região do norte de Minas Gerais e sul da Bahia e se dedicou a compreender a paisagem e o clima da caatinga. Com Isso, buscou realizar ilustrações que dialogassem profundamente com o conteúdo da narrativa. - - - - O artista declarou que seu objetivo era fazer com que a técnica da xilogravura refletisse a essência do sertão descrito na obra literária, utilizando-se da expressividade da imagem como linguagem principal.
  • LÍVIO ABRAMO - Xilogravura, em papel japonês, editada em 1946 pela Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil para o livro "Pelo Sertão", de Afonso Arinos. Ed.41/110. ME: 30,5 x 23cm. Sem moldura. Ass.inf. esq. - - Fundada em 1943 por iniciativa do colecionador Raymundo de Castro Maya, a Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil (SCBB) reuniu cem personalidade da elite intelectual brasileira com o objetivo de editar livros raros, unindo grandes obras da literatura nacional à excelência artística das artes gráficas. Entre 1943 e1969, o grupo lançou 23 títulos ilustrados por artistas plásticos renomados, sempre com técnicas tradicionais de gravura. - - - - A edição de "Pelo Sertão" (1946-1947)foi uma das publicações de maior destaque da SCBB. Foi a terceira obra publicada pelo grupo e recebeu ilustrações do artista Lívio Abramo, com impressão feita pelo próprio artista e apoio de Marcelo Grassmann. A obra completa inclui 27 xilogravuras de topo, impressas em folhas separadas de papel japonês, numeradas e assinadas individualmente pelo artista. - - - - Em entrevista concedida a Beccari, Abramo revelou detalhes do seu processo artístico. Ele retornou ao desenho especialmente para esse projeto e mergulhou num estudo profundo do sertão brasileiro. Leu com atenção a obra de Arinos, pesquisou imagens da região do norte de Minas Gerais e sul da Bahia e se dedicou a compreender a paisagem e o clima da caatinga. Com Isso, buscou realizar ilustrações que dialogassem profundamente com o conteúdo da narrativa. - - - - O artista declarou que seu objetivo era fazer com que a técnica da xilogravura refletisse a essência do sertão descrito na obra literária, utilizando-se da expressividade da imagem como linguagem principal.
  • ADRIANA BANFI -  Serigrafia. Ed. xx/88. Tamanho: 48 x 48 cm. Ass. inf, dir, Sem moldura.
  • ADRIANA BANFI - Serigrafia. Ed. xx/88. Tamanho: 48 x 66cm. Ass. inf. dir. Sem moldura.
  • PAUL MAC DOWELL - Serigrafia, P.A. 70 x 50 cm. Ass. inf. dir. Sem moldura.
  • FABRE ROLIM - Serigrafia. Ed. 49/50. Tamanho: 50 x 70 cm. Ass. inf. dir. Sem moldura.
  • FABRE ROLIM - Serigrafia. Ed. 49/50. Tamanho: 50 x 70 cm. Ass. inf. dir. Sem moldura.
  • VERA GRINBERG - Serigrafia, 1984. Ed. PA III/V. Dimensões: 61 x 44 cm. Ass. datado inf. dir. Sem moldura.
  • MARCOS COELHO BENJAMIM - Serigrafia. Ed. 129/130. 1993. MI: 70 x 50cm. ME: 81,5 x 58cm. Ass. inf. dir. Sem moldura. Obra limpa, mas com algumas marcas nas margens do papel que podem ser facilmente cobertas por um passe-partout.
  • NICOLA - Serigrafia. Ed. 03/50. MI: 51 x 36,5cm. ME: 65,5 x 49,5cm. Ass. inf. dir. Sem moldura.
  • LUIZ HERMANO - Serigrafia. Ed. 21/30. 2016. MI: 40 x 60cm. ME: 50 x 70cm. Ass. inf. dir. Sem moldura.
  • LUIZ HERMANO - Serigrafia. Ed. P.A. 2016. ME: 50 x 70cm. Ass. inf. dir. Sem moldura.
  • THOMAZ IANELLI - Xilogravura. MI: 50 x 37cm. ME: 66 x 48cm. Não assinado. Sem moldura. Procedência ateliê Pérez Sola.
  • ELSO ARRUDA - Serigrafia. Ed. P.A. 2014. ME: 72 x 101cm, MI: 60 x 89cm. Ass. inf. dir. Sem moldura.
  • DAREL VALENÇA LINS - Gravura em metal. Ed. VII/XV. 1964. MI: 40 x 50cm. ME:53,5 x 78,5cm. Ass. inf. dir. Sem moldura

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