Peças para o próximo leilão

10 Itens encontrados

  • SERGIO CAMARGO | LIBER ALBUS - Capa dura: 288 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (11 de março de 2015). Idioma: Português. Dimensões: 32,4 x 24,2 x 3,2 cm. Peso: 2,1 Kg. Livro trilíngue. LiberAlbus (livro branco em latim) é a quarta monografia devotada à obra de Sergio Camargo. Diante da oportunidade de editar um novo livro sobre o artista sentiu-se a necessidade de evitar a criação de mais um, bem como negar a intenção de se realizar uma publicação mais exaustiva do que as anteriores. Decidiu-se então que esta publicação fosse sobre o primeiro segmento de real relevância na trajetória do artista: os relevos de madeira e tinta branca. Este volume abarca o período de 1962 a princípios dos anos 1970 e com esse partido apresenta uma visão mais aprofundada e generosa sobre esse trabalho de Sergio Camargo.
  • LEÓN FERRARI & MIRA SCHENDEL | O Alfaberto Enfurecido - Capa dura: 224 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (26 de março de 2010). Idioma: Português. Dimensões: 30,6 x 25,8 x 2,4 cm. Peso: 1,8 Kg. Primeira coedição de uma editora brasileira com o MoMA  Museu de Arte Moderna de Nova York , a Cosac Naify publica a versão bilíngue português-inglês do catálogo da exposição Tangled alphabets, exibida em 2009 no renomado museu norte-americano. A mostra fica em cartaz no Brasil entre 9 de abril e 11 de julho de 2010, na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre. Com curadoria e texto de Luis Pérez-Oramas, o volume reúne obras da suíço-brasileira Mira Schendel (1919-1988) e do argentino León Ferrari (1920), uma cronologia ilustrada em paralelo de ambos e bibliografia selecionada, além de ensaios da crítica e historiadora de arte argentina Andrea Giunta e do crítico brasileiro Rodrigo Naves. Com cerca de 200 obras  cerâmicas, pinturas, esculturas, instalações e desenhos , a exposição é a primeira que compara os trabalhos dos dois artistas e intercala suas produções, provocando o olhar para a aproximação entre as criações, que têm como referência a aparência visual da linguagem.
  • PAULO PASTA - Capa dura: 256 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (13 de setembro de 2006)Idioma: Português. Dimensões: 21,2 x 24,2 x 2,6 cm. Peso: 1,1 Kg. O livro documenta a trajetória do artista paulista - iniciada nos anos 1980 e hoje internacionalmente reconhecida como um dos principais trabalhos da pintura brasileira - e constitui sua monografia mais completa. Ensaios dos críticos Tadeu Chiarelli, Lorenzo Mammì e Paulo Venancio Filho discutem a obra de Paulo Pasta e destacam elementos essenciais na construção de sua pintura: o vácuo, as marcas do tempo, a presença de artistas como Alfredo Volpi e Giorgio Morandi, e a criação de espaços de silêncio, memória e, ao mesmo tempo, inquietude. Fecha o livro um ensaio biográfico escrito por José Bento Ferreira, que apresenta a trajetória do artista, desde os tempos de seu primeiro ateliê. O crítico destaca a relação íntima entre a experiência literária e pintura, sugerida por sua obra, e acompanha todo o percurso do artista, das exposições e eventos até fatos determinantes, como a sala especial na 22 ª Bienal de São Paulo (1994) e os prêmios do Salão Nacional (1989) e Panorama da Arte Brasileira do MAM (1997).
  • LASAR SEGALL | ARTE EM SOCIEDADE - Capa comum: 272 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (13 de maio de 2008)Idioma: Português. Dimensões: 20 x 13 x 1,8 cm. Peso do produto: 721 g. O 12º volume da coleção Ensainhos traz um estudo inédito sobre um lado pouco conhecido de Lasar Segall: suas decorações para os bailes da sociedade pró-arte moderna e pavilhões de arte da elite paulistana nos anos 1920 e 1930. Na época, os artistas e intelectuais, em busca de oportunidades e projeção, orbitavam em torno das famílias conservadoras e empresários imigrantes, endinheirados e festeiros. Neste contexto, Segall equilibrava tanto o lado do pintor festejado pela fortuna, quanto pelo reconhecimento artístico. Seus trabalhos decorativos foram um registro de suas esferas de atuação, seus êxitos e derrotas. Seus escritos e testemunhos comprovam o manejo fluente das propostas das vanguardas, unindo experiência pessoal e trabalho plástico. A edição traz um caderno ilustrado em cores com os desenhos, esboços e croquis dos trabalhos, além de fotografias que registram as montagens dos eventos. Um retrato fascinante do artista, o livro afirma a condição privilegiada de Segall dentro do movimento modernista, e prova que ele produziu trabalhos de qualidade ao longo de sua trajetória, em todos os gêneros a que se dedicou.
  • CARLOS MIELE | HOMENAGEM A MARIO CRAVO NETO - Capa comum: 80 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (1 de junho de 2001)Idioma: Inglês, Português. Dimensões: 27,4 x 23 x 1 cm. Peso: 540 g. O jornalista cultural Antonio Gonçalves Filho analisa as mais recentes criações do estilista brasileiro Carlos Miele, registradas pelo fotógrafo Michel Comte e intercaladas com belas imagens do baiano Mario Cravo Neto. Nessas coleções, Miele mescla as culturas dos hemisférios, comparando e contrastando tradições.
  • VICENTE DE MELLO | PARALLAXIS - Capa comum: 320 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (20 de outubro de 2014)Idioma: Português. Dimensões: 27,4 x 17,8 x 2,4 cm. Peso: 1,1 Kg.Parallaxis reúne catorze séries fotográficas de Vicente de Mello, como Brasília utopia lírica, Galáctica, Quantas ASAS tem um pixel? e Strobo.Trata-se de um fotolivro feito de pequenos fotolivros, sendo cada um num formato diferente dentro da mancha, por vezes variando também o papel. O conjunto de imagens revela um fotógrafo detalhista, versátil e aberto a experimentações, sobretudo formais e com a luz.
  • KARIN LAMBRECHT - Capa comum: 272 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (7 de novembro de 2013). Idioma: Português. Dimensões: 27,2 x 21,6 x 2,2 cm. Peso: 1,1 Kg. Nascida em Porto Alegre, em 1957, Karin Lambrecht formou-se em artes plásticas pelas UFRGS, mudando-se logo em seguida para a Alemanha, onde teve aulas com o artista Raimund Girke, na Hochschule der Künste Berlin. No retorno ao Brasil, integrou a célebre exposição Geração 80, como vai você?. Primeiro livro dedicado à artista, Karin Lambrecht apresenta algumas das mais importantes pinturas, colagens e instalações produzidas ao longo de sua carreira, em trabalhos que são frutos de sua memória e experiência pessoal. Diversas vezes se utilizando de sangue e carne de animais, as obras de Karin aludem continuamente à esfera da religiosidade  no que ela descreve como um interesse pelo universo cósmico. Seus trabalhos enfrentam, nas palavras do crítico Agnaldo Farias, o problema do desenraizamento, numa contínua busca pela origem das coisas. Organizado pela curadora e crítica de arte Glória Ferreira, Karin Lambrecht apresenta ainda uma cronologia da artista e uma rica fortuna crítica com textos de Miguel Chaia, Paulo Herkenhoff, entre outros.
  • CELSO RENATO - Capa dura: 254 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (1 de dezembro de 2005). Idioma: Português. Dimensões: 23,4 x 18 x 2,2 cm. Peso: 962 g. Primeira monografia sobre o artista mineiro Celso Renato (1919-1992), cuja produção tornou-se conhecida apenas na década de 1960. Sua pintura exercita um intenso diálogo com suportes de madeira, muitas vezes fragmentos de objetos reaproveitados que se integram harmoniosamente à sua figuração abstrata. O crítico Olívio Tavares de Araújo, que acompanhou parte substancial da trajetória do pintor, filia-o à tradição abstrata de Kandinsky. A edição bilíngue (português-inglês) não se limita a um resumo da vida do artista, embora tenha mantido a forma de cronologia. A trajetória de Celso Renato, recolhida em grande parte a partir de uma série de entrevistas à sua filha Maria Celina, preserva a coloquialidade do texto, ilustrado por dezenas de fotografias com a família e amigos. Um caderno em cores traz reproduções das suas obras mais importantes.
  • MARIA FREIRE - Capa dura: 152 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (1 de maio de 2001). Idioma: Português. Dimensões: 28,6 x 24,2 x 1,8 cm. Peso: 1,1 Kg. Cinco décadas de produção da artista uruguaia que participa da grande tradição do construtivismo latino-americano. A pintora teve contatos com o movimento argentino Madí e expôs na II Bienal de São Paulo, em 1953, enfatizando o caráter despolitizado do construtivismo uruguaio, sem vínculos com a esquerda, ao contrário dos congêneres brasileiro e argentino.
  • LORE KOCH - Capa comum: 264 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (1 de agosto de 2013). Idioma: Português. Dimensões: 28,4 x 23,2 x 2,4 cm. Peso: 1,1 Kg. Eleonore Koch, pintora alemã radicada no Brasil e que viveu vinte anos em Londres, onde concluiu sua formação, é pouco conhecida do grande público, o que contrasta com a importância e qualidade de sua obra. Lore Koch, primeiro livro dedicado inteiramente à artista, visa suprimir essa lacuna na história da arte brasileira.Única discípula de Alfredo Volpi, Eleonore Koch aprendeu com ele a técnica da têmpera que passou a empregar constantemente em suas telas. Dona de um armário com centenas de pigmentos especialmente confeccionados  alguns dos quais pelo próprio Volpi , as telas de Eleonore exibem cores e tonalidades únicas.Lore Koch apresenta mais de cem obras da artista, com especial destaque à produção em têmpera. O livro retrospectivo conta ainda com texto do crítico Paulo Venâncio Filho, uma extensa cronologia, que detalha a vida e a formação da artista e fotos de Rômulo Fialdini.