Peças para o próximo leilão

130 Itens encontrados

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  • CILDO MEIRELES - Edição ARTE BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA MEC/FUNARTE, 1981- Acompanha 2 maquetes, não montadas, em cartão das obras "Espaços Virtuais - Cantos" No. 2 e 4 (19 x 11 x 6 cm cada). Texto de Ronaldo Brito e Eudoro Augusto Macieira de Souza. 45 páginas. 22 x 18cm. Aborda a carreira e prncipais obras e séries da artista com textos e imagens ilustrativas das obras. Com esta edição vintage, a FUNARTE abriu ao público maior a possibilidade de tomar contato com a reflexão e com o debate sobre as tendências da e´poca e futuras das artes visuais brasileira. Vintage em ótimo estado.
  • ROSÂNGELA RENNÓ - Edição de artista do livro-objeto Menos valia leilão, numerado e assinado 248/300. Acompanha um cd com o áudio do leilão, que complementa a proposta da obra. Box com livro Capa dura: 336 páginas + CD. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª, Comercial (24 de janeiro de 2013). Idioma: Português. Dimensões do produto: 24,6 x 18,2 x 3 cm. Peso: 1,6 Kg. Em 2010 Obra completa, porém já aberta. Este livro-objeto histórico representa o registro completo (visual e áudio) da mostra em 2010 quando rosângela Rennó apresentou Menos valia leilão na 29ª Bienal Arte de São Paulo. A instalação reunia 73 objetos comprados em mercados de pulgas em diversos países e um anúncio de que todos os itens seriam leiloados ao fim do evento.
  • PAULO BRUSCKY - Poiesis Bruscky - Capa dura: 320 páginas. (inclui CD com poemas sonoros e experimentais do artista)  Editora: APC; Edição: 1ª (1 de maio de 2012). Idioma: Português. Dimensões do produto: 23,4 x 4,1 x 25,9 cm. Peso: 1,7 Kg. Esta edição pesquisa a carreira de cinco décadas do artista conceitual brasileiro Paulo Bruscky (nascido em 1949). Na década de 1960, e durante as décadas seguintes do governo militar do Brasil, Bruscky usou arte de correio, colagem, livros de artistas, poesia visual e intervenções de jornais para lançar suas críticas muitas vezes humorísticas à ditadura do país. Ele é famoso por suas obras corajosas de cunho político (que muitas vezes o colocaram em conflito direto com a lei ou autoridades militares), bem como escultura, arte sonora e arte de rua; Bruscky também trocou correspondência com membros do grupo Fluxus, reunindo uma das maiores coleções Fluxus da América Latina. Neste volume, uma espécie de versão do álbum da monografia de artistas, bem adaptada ao gosto do artista pela mídia impressa, o trabalho de Bruscky é orientado para os leitores através de comentários do escritor e crítico Adolfo Montejo Navas. Novo.
  • LYGIA PAPE - Capa dura: 244 páginas. Editora: Yale University Press (4 de abril de 2017). Idioma: Inglês. Dimensões do produto: 21,6 x 2,3 x 27,2 cm. Peso: 1,2 Kg. Lygia Pape (1927-2004) foi uma influente artista brasileira e membro pioneiro da avant-garde do pós-guerra. Ela trabalhou em uma ampla gama de mídia, incluindo pintura, desenho, estampas, escultura, filme, performance, poesia e instalação, e sua arte agora é exibida em todo o mundo. Este livro oferece um extenso exame de sua longa e prolífica carreira. Pape abraçou os ideais da arte concreta e abstração geométrica no início, e mais tarde foi uma participante ativa no movimento Neo Concreto.. Durante esse período, ela criou trabalhos participativos que questionaram o espaço entre artista e espectador, bem como o contexto social da própria arte. Apresentando ensaios de historiadores de arte na América do Norte e do Sul, uma cronologia ilustrada e duas entrevistas anteriormente não traduzidas, para o inglês, com a artista. Lygia Pape é um testemunho da importância duradoura para a arte e a cultura modernas da América Latina e para sua posição como grande figura da vanguarda internacional. Novo.
  • HÉLIO OITICÍCA - Folding the Frame - Capa dura: 304 páginas. Editora: University Of Chicago Press (3 de fevereiro de 2016). Idioma: Inglês. Dimensões do produto: 21,6 x 2,8 x 25,4 cm. Peso: 1,4 Kg. Hélio Oiticica (1937-80) foi um dos artistas brasileiros mais brilhantes da década de 1960 e 1970. Ele foi um precursor da arte participativa, e sua fusão de abstração geométrica e envolvimento corporal influenciou artistas contemporâneos de Cildo Meireles e Ricardo Basbaum a Gabriel Orozco, Dominique Gonzalez-Foerster e Olafur Eliasson. Este livro examina as impressionantes obras de Oiticica contra o pano de fundo do pressionamento dramático do pós-guerra no Brasil para a modernização. Dos experimentos de final de 1950 de Oiticica com a pintura e a cor em seus Parangolés usáveis de meados da década de 1960, o livro traça uma série de procedimentos artísticos que itrás para primeiro plano a participação do espectador. Analisando obras, proposições e uma grande quantidade de material arquivístico, aqui são mostrados como a prática de Oiticica se reformula - em certo sentido "dobrada" - a visão utópica do progresso brasileiro, bem como o legado da arte construtiva européia. Em última análise, o livro argumenta que a eficácia das obras participativas de Oiticica não decorre da renúncia à arte, mas sim da sua capacidade de produzir modelos epistemológicos que reimaginam os limites tradicionais entre arte e vida. Novo.
  • MARIA MARTINS - MARIA - Capa dura: 336 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (5 de maio de 2010). Idioma: Português. Dimensões do produto: 28,6 x 24,2 x 3,6 cm. Peso: 1,8 Kg. Obra sobre a escultora brasileira Maria Martins (1894-1973), organizada pelo editor Charles Cosac, que assina também uma cronologia ilustrada sobre a artista. O volume reúne textos fundamentais sobre sua trajetória e seus principais trabalhos, registrados em ensaio fotográfico inédito de Vicente de Mello, que viajou inclusive ao exterior em busca de suas obras, algumas delas fotografadas pela primeira vez. No ensaio de abertura, o historiador Francis M. Naumann revela a vida de Maria, dividida entre a escultura e as recepções sociais na embaixada brasileira de Washington, assumida por seu marido, Carlos Martins. Lá, relacionando-se com artistas do surrealismo e mais intensamente com Marcel Duchamp, produziu algumas das suas obras mais importantes e monumentais. A crítica britânica Dawn Ades, especialista em arte latinoamericana, compara seu trabalho com a de escultores como Brancusi, André Masson, Giacometti e Henry Moore. Já o escultor José Resende utiliza sua própria experiência para abordar as criações da artista e seus procedimentos escultóricos. Ao final, a escritora e crítica de arte Veronica Stigger reflete sobre os escritos de Maria Martins, que publicou três livros na fase final de sua vida, sobre a Índia, China e filosofia. Usado em bom estado.
  • ARTHUR LUIZ PIZA - Catalogue général de l'oeuvre gravé par K. Masrour, prefácio de Jean- Pierre Seguin , Art Moderne International. Capa: brochura , ilustrado. Ótimo estado. Aqui são catalogadas as 250 gravuras do artista executados de 1953 a 1980, além de textos e cronologia expositiva. Idioma: Francês. Dimensoes: 25 x 17 x 1 cm.
  • WALTÉRCIO CALDAS - Capa dura: 240 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (17 de dezembro de 2011). Idioma: Português. Dimensões do produto: 37,2 x 29 x 3 cm. Peso de envio: 2,8 Kg. Com tiragem única de 300 exemplares, numerados e assinados por um dos mais reconhecidos artistas plásticos brasileiros, Outra fábula é uma instalação em formato de livro, no qual as palavras são as protagonistas da ocupação de um ambiente/espaço gráfico. O livro apresenta nomes de artistas plásticos dispostos pelas páginas, tratando a história da arte de maneira prática, de acordo com Waltercio Caldas. Outra fábula integra a trajetória de ocupação de espaços do autor registrada em Salas e abismos, seu trabalho anterior pela Cosac Naify, que mostra 25 instalações  ou salas, como ele prefere - em um livro de grandes dimensões. A caixa contém um exemplar de cada livro. Novo.
  • DANIEL SENISE - Capa dura: 220 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (1 de outubro de 1998). Idioma: Português. Dimensões do produto: 29 x 25,4 x 1,8 cm. Peso: 1,5 Kg. Além de 105 reproduções, o leitor encontrará neste livro um importante aparato crítico, que localiza de maneira clara os questionamentos do artista em torno de conceitos de matéria e perspectiva.
  • ALAIR GOMES - "A new sentimental journey". Capa comum: 70 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (4 de agosto de 2009). Idioma: Português. Dimensões do produto: 26,6 x 20,8 x 1 cm. Peso: 499 g. Artista apaixonado pela perfeição formal e pela beleza clássica, o fotógrafo brasileiro Alair Gomes (1921-1992) se notabilizou pela maneira como retrata o corpo masculino. A new sentimental journey é o nome de um longo relato que ele escreveu em inglês, no qual mistura reflexões filosóficas ao diário de uma viagem que fez pela Europa, em 1983, quando realizou as imagens apresentadas neste livro. Nelas, Alair Gomes faz uma transposição muito original de seu imaginário erótico masculino para o universo das esculturas clássicas. Emprega o mesmo tipo de olhar com o qual retratou rapazes musculosos nas praias do Rio de Janeiro - fotografias que expôs com grande sucesso em 2001, na Fondation Cartier, Paris - para estátuas greco-romanas, sejam elas obras famosas, como o Davi, de Michelangelo, ou menos conhecidas. Inéditas no Brasil, essas imagens foram apresentadas pela primeira vez ao público em 2009, em exposição na Maison Européenne de la Photographie, também em Paris, com curadoria do fotógrafo Miguel Rio Branco, que assina a edição de imagens do livro. Exemplar novo sem uso.
  • VIK MUNIZ -  Everything So Far: Catalogue Raisonne. 1987 - 2015. Box com 2 volumes em capa dura: 902 páginas. Editora: Capivara (15 de junho de 2016). Idioma: Inglês. Dimensões do produto: 28,4 x 9,4 x 32,5 cm. Peso de envio: 7 Kg. Exemplar novo sem uso.
  • MIRA SCHENDEL - Capa dura: 224 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (26 de março de 2010). Idioma: Português. Dimensões do produto: 30,6 x 25,8 x 2,4 cm. Peso: 1,8 Kg. Primeira coedição de uma editora brasileira com o MoMA  Museu de Arte Moderna de Nova York , a Cosac Naify publica a versão bilíngue português-inglês do catálogo da exposição Tangled alphabets, exibida em 2009 no renomado museu norte-americano. A mostra fica em cartaz no Brasil entre 9 de abril e 11 de julho de 2010, na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre. Com curadoria e texto de Luis Pérez-Oramas, o volume reúne obras da suíço-brasileira Mira Schendel (1919-1988) e do argentino León Ferrari (1920), uma cronologia ilustrada em paralelo de ambos e bibliografia selecionada, além de ensaios da crítica e historiadora de arte argentina Andrea Giunta e do crítico brasileiro Rodrigo Naves. Com cerca de 200 obras  cerâmicas, pinturas, esculturas, instalações e desenhos , a exposição é a primeira que compara os trabalhos dos dois artistas e intercala suas produções, provocando o olhar para a aproximação entre as criações, que têm como referência a aparência visual da linguagem. Exemplar novo sem uso.
  • WILLYS DE CASTRO - Capa dura de Roberto Conduru. São Paulo: Cosac Naif, 2005. Capa dura. 240 páginas. Edição bilíngue:português/ inglês. Tamanho: 25 X 25 cm. Livro novo e sem uso.
  • TENREIRO, Joaquim - Capa dura. Editorial Icatu e Bolsa de Arte do RJ. Projeto Editorial : Soraia Cals.  Formato 21x28. Idioma: Inglês. Ano de publicação 1998. Compilação da obra de Joaquim Tenreiro, um dos mais representativos designers do mobiliário brasileiro. Totalmente ilustrado a cores. Apresentação de Sergio Rodrigues. Textos de André Seffrim, Maria Cecília Loschiavo dos Santos. Fotografias de Mário Grisolli. Usado e em bom estado.
  • SÉRGIO RODRIGUES - Ed. Icatu , 2000. 296 páginas. Capa dura. Idioma: Português. Tamanho: 28 x 24 cm. Vasto material sobre a obra de Sergio Rodrigues. Catalogação dos móveis mais representativos criado por ele, com medidas e explicações técnicas, além de fotos dos móveis, ambientes e da vida particular desse grande designer brasileiro. Usado e em bom estado.
  • MIRA SCHENDEL - Capa dura: 432 páginas. Editora: Snoeck (1 de fevereiro de 2015). Idioma: Inglês. Dimensões do produto: 24,4 x 2,8 x 36,6 cm. Peso: 1 Kg. Neste livro, cada uma das 1800 monotipias (1964 - 1965) em papel de arroz de Mira Schendel está reproduzida de forma impecável em facsimile reduzido em papel leve e transparente como a sua obra, que buscava uma permeabilidade entre a frente e o verso. Contém texto da curadora Taisa Palhares. Esta também, é uma edição documental da mostra da artista realizada na galeria  Hauser & Wirth em Londres, de janeiro a março de 2015. Exemplar novo e sem uso.
  • HISTÓRIAS MESTIÇAS - Capa comum: 384 páginas. Editora: Cobogó; Edição: 1ª (18 de março de 2015). Idioma: Português. Dimensões do produto: 30,8 x 22,4 x 3,4 cm. Peso: 2,1 Kg. Com organização do curador de arte Adriano Pedrosa e da antropóloga Lilia Schwarcz, Histórias Mestiças  catálogo reúne mais de 400 obras de artistas brasileiros e estrangeiros que contribuíram, em diversas épocas, para a construção de narrativas que formam a identidade brasileira, e fizeram parte da exposição realizada no Instituto Tomie Ohtake, em 2014. Nomes como Johann Moritz Rugendas, Tarsila do Amaral, Adriana Varejão, Candido Portinari, Jean-Baptiste Debret, Luiz Zerbini, Ernesto Neto, entre outros, trazem diferentes pontos de vista acerca da história, da cultura e do pensamento brasileiros. Este livro busca, assim, apresentar um Brasil plural, a exemplo dessas histórias mestiças que vem descrever. Exemplar novo e sem uso.
  • GERALDO DE BARROS - Capa comum: 364 páginas. Editora: Sesc; Edição: 1ª (1 de janeiro de 2013). Idioma: Português. Dimensões do produto: 28,6 x 28,4 x 3,8 cm. Peso: 2,5 Kg. Geraldo de Barros (1923-1998) foi um dos maiores representantes do modernismo no Brasil. Assimilou os princípios da Escola Superior de Design de Ulm (Alemanha), trouxe-os para a América do Sul e incentivou muitos de seus colegas se unirem ao movimento da arte concreta. Cultivou contatos com a vanguarda artística europeia e, no Brasil, foi um fomentador pioneiro, experimentando novas tendências, como o happening e a arte pop. Este livro apresenta um panorama da vida e obra do artista, organizado cronologicamente e contemplando todas as vertentes de sua produção com ênfase na fotografia. Exemplar novo e sem uso.
  • ARTHUR LUIZ PIZA - Capa dura: 376 páginas. Editora: Cosac & Naify; Edição: 1ª (1 de janeiro de 2003). Idioma: Português. Dimensões do produto: 24 x 18,2 x 3,6 cm. Peso: 1,4 Kg. Neste livro, os críticos franceses Frérot e Nuridsany analisam a obra de um dos maiores artistas brasileiros. A edição reúne 160 imagens de gravuras, colagens, relevos, objetos e aquarelas, traçando um percurso visual que vai desde trabalhos de meados da década de 1950 até criações recentes. Uma substancial cronologia, produzida pelo crítico brasileiro Tiago Mesquita, repassa a vida do artista, de 1928 até o ano consagrador de 2002, quando Piza é homenageado com uma grande exposição em Paris, na Fundação Calouste Gulbenkian, e ganha duas retrospectivas no Brasil: na Pinacoteca do Estado de São Paulo e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Exemplar novo e sem uso.
  • ANTONIO DIAS - Capa dura: 381 páginas. Editora: APC; Edição: 1ª (1 de abril de 2015). Idioma: Português. Dimensões do produto: 28,7 x 4,1 x 27,7 cm. Peso de envio: 2,7 Kg. O volume, editado por Antonio Dias e Alexandra Garcia, examina quase cinquenta anos da carreira deste versátil artista que é referência na produção da arte contemporânea brasileira. Com textos inéditos de Achille Bonito Oliva e Paulo Sergio Duarte, e cronologia comentada por Ileana Pradilha, o percurso de mais de 380 páginas apresenta séries icônicas, como os primeiros trabalhos do artista, que flertavam com a pop art, e The Illustration of Art; além dos papéis do Nepal, que Dias aprendeu a fazer durante uma viagem nos anos 1970; entre outros. Exemplar novo e sem uso.

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